segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sonhos de Bruxa

Semana passada tive dois incríveis sonhos de bruxa.

No primeiro eu estava acompanhada de várias minas, inclusive a Luara estava lá também. Estávamos todas nuas e brincávamos em cima de árvores gigantes, pulando de um galho pro outro e rindo, e rolava um feeling meio sensual, algumas vezes nos esfregávamos e daí continuávamos a brincar. Rolava ao mesmo tempo um sentimento de perseguição, de que estávamos fazendo tudo bem escondido.

No outro sonho, eu estava acompanhada de um cara desconhecido. Estávamos sendo perseguidos por muita gente, sabíamos, mas ele estava bem mais visado do que eu e dificilmente ia escapar, ele sabia disso também. Enquanto fugíamos pela cidade, entrávamos por casas e saíamos em outras. Numa delas, uma de estilo barroco, dessas antiguinhas de Minas Gerais ou Bahia, havia um pequeno quintal interno, estava tudo, o chão e as paredes, meio tomados por raízes de árvores. Nesse pátio havia uma tartaruga gigante, dessas de 200 anos, amarrada aos cipós e raízes das árvores, suspensa nesse pátio.
Fiquei bem indignada em ver aquela tartaruga imensa e pensava no bem estar dela. Nesse momento eu perguntei por que ela estava daquele jeito e uma mulher apareceu e me disse que era assim que ela devia ficar.  Daí encolhi a tartaruga e ela agora cabia na palma da minha mão, a coloquei no bolso e continuamos nossa fuga.
Aparecemos num lugar luxuoso, me lembrou algumas imagens do palácio da Fera no jogo Kingdom Hearts hahah, e o cara que estava sendo perseguido dessa vez estava bem mais desolado, sabia que ia ser pego a qualquer momento. Ele se sentou na mesa e me chamou para perto. Começou a falar várias coisas, estava bem triste e desesperado porque não conseguiria fugir. Uma pessoa apareceu e disse que estavam todos lá fora para nos pegar.
O cara perseguido me disse que eles nunca saberiam do que se tratava, apenas eu e ele saberíamos a verdade (supostamente sobre algo que ele havia feito e que tinha um benefício misterioso com consequências ambíguas a curto prazo). Eu segurava sua mão e me sentia muito mal por não poder ajudar.
A cena cortou pra eu caindo na caçamba de uma caminhonete que minha mãe dirigia, e agora eu já estava novamente em Brasília, na rua L2. Me escondia na caçamba pensando que se a polícia me visse, parariam a gente. Em vez da tartaruga, minha gata se escondia comigo na caçamba.

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